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O mercado da música oferece diversas possibilidades de monetização da atividade em 03 eixos: Show business, a indústria fonográfica e os direitos autorais.

Show Business diz respeito à cadeia produtiva relacionada à apresentação musical do artista e o grande referencial de remuneração aqui é o cachê artístico. Vale lembrar que somente o Festival Loollapaloza movimentou mais de R$ 152 milhões em sua última edição, conforme matéria veiculada no G1.

Público durante show do DJ Snake no Lollapalooza 2018 — Foto: Marcelo Brandt/G1

Indústria Fonográfica, por sua vez, está relacionada com a exploração comercial do fonograma através da distribuição, seja ela digital ou física, e da sincronização em campanhas publicitárias, filmes, novelas e demais frentes que se utilizem da música em suas produções audiovisuais. A grande virada da Indústria Fonográfica se deu com a disseminação das plataformas de streaming, modalidade que faturou quase a metade de toda a receita global da música em 2018, conforme o Relatório Global de Música de 2019 da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês).

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Os Direitos Autorais e conexos, por fim, correspondem aos ativos intangíveis gerados pelo artista no processo de criação e interpretação musicais. Sua natureza jurídica é de direito da propriedade intelectual. Ao compor, interpretar e distribuir ao público sua música, o Artista tem direito ao recebimento de royalties sobre a execução pública e sobre o aproveitamento econômico de seu repertório pelos mais diversos agentes que utilizam a música como estratégia de negócio.

A arrecadação e a distribuição dos direitos autorais e conexos no Brasil são operadas por um complexo Sistema de Gestão Coletiva, composto por 07 (sete) associações que, de forma colegiada, integram o Escritório Central de Arrecadação: o ECAD. Os dados apontam que a arrecadação vem batendo recordes a cada ano, superando entre 2015 e 2018 a cifra de R$ 1 bilhão.

Montante arrecadado pelo ECAD entre 2015 e 2018.

Existem, portanto – e resumidamente – três formas de se ganhar dinheiro com música:

  • O cachê artístico pela apresentação musical;
  • As receitas da venda de discos e da distribuição digital (streaming);
  • Os direitos autorais e conexos devidos pela execução pública e pelo aproveitamento comercial da composição e/ou da interpretação contida no fonograma.

Trata-se de um mercado promissor!

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